Hoje queria escrever... Nos outros dias também fora acometida por essa idéia. Mas sabe aqueles dias, que você pensa, e pensa, e repensa e depois pensa mais um pouco e... Bom, nada!? Pois é.. Nesses dias que a vontade é chegar em casa e se jogar no chão com a cabeça embaixo da cama... Sei que você sabe como é, pois é lógico que não sou só eu que faço isso entre todas essas 6,5 bilhões de pessoas (mais uma ou duas devem ter esse hábito.... exótico! Assim eu espero...)
(Aqui não posso fazer isso... A cama é muito baixa e a madeira fica espremendo meu nariz, consequentemente não posso respirar, imagina então pensar!)
Mas enfim, retornando ao que era dito antes dessa pequena reflexão sobre... (Não sei bem sobre o que, mas não importa!)
Queria escrever, mas não achava as palavras certas. (Penso se existem...)
Fui ler o dicionário, mas não encontrei. (Quem sabe outra página?)
Quando eu encontrar algumas volto aqui... Vou voltar ao meu dicionário..
Alguém me arruma uma cama mais alta? Gosto tanto de apreciar o estrado e respirar ao mesmo tempo...
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Algo errado
"Estou ficando preocupada"
Aquelas palavras murmuradas pesaram
Pesaram como o mundo
Eram tudo que não queria que fosse
Doíam, sofriam e abalavam...
Preocupavam
Queria contar oque está acontecendo
Mas não achava palavras que descreviam aquilo que estava sentindo
O que vem agora vem do passado
Porque no agora não encontro nada
Com esses olhos cansados da dor de existir...
Aquelas palavras murmuradas pesaram
Pesaram como o mundo
Eram tudo que não queria que fosse
Doíam, sofriam e abalavam...
Preocupavam
Queria contar oque está acontecendo
Mas não achava palavras que descreviam aquilo que estava sentindo
O que vem agora vem do passado
Porque no agora não encontro nada
Com esses olhos cansados da dor de existir...
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Melancolia
Todas aquelas cicatrizes
Resultados das suas tentativas de esquecer
As lágrimas que relutam em cair
Como o sangue que se recusa a jorrar
Os olhos cheios
A pele rasgada
Não tinha sangue
Não tinha lágrimas
Quem sabe morrera
Mas insistia em continuar andando
me.lan.co.li.a: sj. Tristeza vaga e persistente
Resultados das suas tentativas de esquecer
As lágrimas que relutam em cair
Como o sangue que se recusa a jorrar
Os olhos cheios
A pele rasgada
Não tinha sangue
Não tinha lágrimas
Quem sabe morrera
Mas insistia em continuar andando
me.lan.co.li.a: sj. Tristeza vaga e persistente
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Imagens
Levei algumas fotos comigo
O passado, amigos...
Alguns sorriram
Outros nada nelas viram
E eu...
Senti saudades
O passado, amigos...
Alguns sorriram
Outros nada nelas viram
E eu...
Senti saudades
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
...
Não adianta!
Hoje não funcionei
E também não pretendo
É esse tédio que bate...
E eu ainda preciso esvaziar minha mala...
Hoje não funcionei
E também não pretendo
É esse tédio que bate...
E eu ainda preciso esvaziar minha mala...
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
(explicação) Original das 2:59
Hoje venho aqui para explicar. E, como em toda explicação, devo começar por um motivo (isso significa uma desculpa).
É porque tenho um vazio.... Calma, eu já explico. É que me ocorreu agora um pequeno problema, não meu, mas provavelmente seu, que não deve estar entendendo nada.
Venho explicar o motivo de eu não ter mais vindo fazer nada! (isso deveria ser lógico, não é, mas deveria).
Continuando: Meu vazio vem de dentro! (agora você faz: ...?). É algo dentro de mim que não existe, mas quando estou em casa esse vazio se preenche quase todo. Devem ser as pessoas ou o clima...
Costumo preencher o vazio com palavras tolas. (essas que vocês costumam ler; agradeço por isso).
Aqui(lar) o vazio é preenchido com tantas outras coisas que as palavras "tapa-buracos" são poucas demais para formar um texto ou uma frase completa. Elas somem da cabeça!(da mesma maneira que tudo tem sumido ultimamente...)
Lá o buraco era maior... Vem diminuindo. Uma ou outra presença ajuda.... Mas ainda cabem livros nesse vazio. É um vazio daqueles imensos sabe?
Mas já vou indo. Amanhã volto ao meu vazio. Agora preciso dormir. Aqui, no lar, as madrugadas devem ser dormidas...(3 horas agora; quanta diferença!) E esse mosquito não para de zumbir...
É porque tenho um vazio.... Calma, eu já explico. É que me ocorreu agora um pequeno problema, não meu, mas provavelmente seu, que não deve estar entendendo nada.
Venho explicar o motivo de eu não ter mais vindo fazer nada! (isso deveria ser lógico, não é, mas deveria).
Continuando: Meu vazio vem de dentro! (agora você faz: ...?). É algo dentro de mim que não existe, mas quando estou em casa esse vazio se preenche quase todo. Devem ser as pessoas ou o clima...
Costumo preencher o vazio com palavras tolas. (essas que vocês costumam ler; agradeço por isso).
Aqui(lar) o vazio é preenchido com tantas outras coisas que as palavras "tapa-buracos" são poucas demais para formar um texto ou uma frase completa. Elas somem da cabeça!(da mesma maneira que tudo tem sumido ultimamente...)
Lá o buraco era maior... Vem diminuindo. Uma ou outra presença ajuda.... Mas ainda cabem livros nesse vazio. É um vazio daqueles imensos sabe?
Mas já vou indo. Amanhã volto ao meu vazio. Agora preciso dormir. Aqui, no lar, as madrugadas devem ser dormidas...(3 horas agora; quanta diferença!) E esse mosquito não para de zumbir...
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Breve dia
Na manhã não vejo tarde
Na tarde não vejo manhã
Na noite não vejo nada!
Os dias passam despercebidos
O sol não enxerga seu brilho
O céu não percebe seu fulgor
Suspiro
Dos dias não resta mais nada
Restam as noites
Sonolentas e soturnas noites
Na tarde não vejo manhã
Na noite não vejo nada!
Os dias passam despercebidos
O sol não enxerga seu brilho
O céu não percebe seu fulgor
Suspiro
Dos dias não resta mais nada
Restam as noites
Sonolentas e soturnas noites
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Fim de dia
Na noite em que as luzes converteram-se em algo que voava...
Graciosamente pousou
E misteriosamente sumiu.
Na noite em que as palavras soavam distantes...
Uma voz
E depois o silêncio.
Graciosamente pousou
E misteriosamente sumiu.
Na noite em que as palavras soavam distantes...
Uma voz
E depois o silêncio.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
(percebendo o esquisito)
Em cinco segundos voltei cinco anos, avancei dois meses, percebi o engano e voltei outros três, andei sete quadras, percorri outra única na volta, cancelei o olfato, parei por trinta e um minutos, avancei cinco anos, sorri e esqueci onde estava.
Estranhas projeções da cabeça...
Mas já vou aos meus afazeres, antes que escureça... O som já começou a chiar.
E antes que eu esqueça: a pilha está acabando...
Estranhas projeções da cabeça...
Mas já vou aos meus afazeres, antes que escureça... O som já começou a chiar.
E antes que eu esqueça: a pilha está acabando...
Solução ao desespero
Como viver uma vida sem sentido?
Como aceitar um sonho destruído?
Como consertar esse mundo tão errado?
Como seguir para um futuro em ruínas?
Existiria solução?
Existiria um caminho para trilhar?
Desça...
Mas desça para seu destino
E compre um pão de queijo.
(Solucionado e uma manhã surreal por M.P.Morioka)
Como aceitar um sonho destruído?
Como consertar esse mundo tão errado?
Como seguir para um futuro em ruínas?
Existiria solução?
Existiria um caminho para trilhar?
Desça...
Mas desça para seu destino
E compre um pão de queijo.
(Solucionado e uma manhã surreal por M.P.Morioka)
terça-feira, 29 de setembro de 2009
As crônicas do dia (rápido, por favor!)
Resolvi dedicar-me a alguns outros projetos.
Mas nunca por completo. Paciência por aqui certo? Por obséquio...(sejamos formais ao extremo por um breve instante).
Porque agora vem a loucura. E venho escrevendo rápido (você deve ler esse texto com toda sua agilidade, pois é assim que é pensado e escrito, mais escrito do que pensado, mais flashes do subconsciente do que escrito).
E... HAAAAAA! HA! Sim! E o tempo? Pra ser bem sincera, não sei, acho que joguei fora, no lixo, ontem a noite, junto com todos aqueles papéis amassados que estavam no meu bolso e que não lembro bem o que eram... Provavelmente o tempo foi junto, mas já falei isso... Preciso correr! Tenho pressa e não sei bem a razão!
Calma, calma, posso me alongar mais um pouquinho... Mas alguém avisa minha mãe que eu tô pirando! Não, não, não será necessário, eu mesmo falo isso amanhã pessoalmente, mas não tão pessoalmente assim, porque isso só semana que vem. Mas não importa agora... Por que eu precisava correr mesmo?
Sim! Sim! Tanta coisa pra fazer! Esse frenesi todo tem me enlouquecido um pouco e... Alguém, por acaso, viu minha cabeça? Não acho em lugar nenhum, quem sabe ali na sala... Só um minuto................ Sim! Estava lá! Espera, eu disse cabeça? Não! Procurava a caneta... Ai ai ai ai ai, onde estava com a cabeça? Essa loucura toda tem me deixado frenesi, não, o contrário disso, ah!, já falei! Mas agora preciso ir, não me lembro o motivo, mas já vou indo... Mas é claro! O motivo, lógico, o motivo é amanhã! E o que eu tinha pra fazer amanhã...? Onde está a minha agenda pra verificar? Nossa, que cabeça a minha, eu não tenho agenda!
Minha nossa, que vida, de tudo esqueço um pouco, ou do pouco esqueço tudo! Já nem sei mais...
Maldita cabeçada, digo cabeça. Mas teve uma cabeçada também... Só que já faz um tempo, já estava afetada a minha antes disso. A minha cabeça (só pra ficar claro, desculpe, é a pressa).
E amanhã, lembrei!, amanhã eu preciso muito... muito... Viver! É claro, viver, como pude esquecer de viver?
Tempo, tempo, tempo, onde foi que eu o coloquei? Preciso procurar..
Mas mesmo não o encontrando ele é curto. Até mais, boa noite e bom dia. E boa tarde também, pois não sei quando nos veremos novamente, eu posso esquecer.
Já ia encerrando e esquecendo. Alguém avisou a minha mãe aquilo que... Ah! Esqueçam!
Mas nunca por completo. Paciência por aqui certo? Por obséquio...(sejamos formais ao extremo por um breve instante).
Porque agora vem a loucura. E venho escrevendo rápido (você deve ler esse texto com toda sua agilidade, pois é assim que é pensado e escrito, mais escrito do que pensado, mais flashes do subconsciente do que escrito).
E... HAAAAAA! HA! Sim! E o tempo? Pra ser bem sincera, não sei, acho que joguei fora, no lixo, ontem a noite, junto com todos aqueles papéis amassados que estavam no meu bolso e que não lembro bem o que eram... Provavelmente o tempo foi junto, mas já falei isso... Preciso correr! Tenho pressa e não sei bem a razão!
Calma, calma, posso me alongar mais um pouquinho... Mas alguém avisa minha mãe que eu tô pirando! Não, não, não será necessário, eu mesmo falo isso amanhã pessoalmente, mas não tão pessoalmente assim, porque isso só semana que vem. Mas não importa agora... Por que eu precisava correr mesmo?
Sim! Sim! Tanta coisa pra fazer! Esse frenesi todo tem me enlouquecido um pouco e... Alguém, por acaso, viu minha cabeça? Não acho em lugar nenhum, quem sabe ali na sala... Só um minuto................ Sim! Estava lá! Espera, eu disse cabeça? Não! Procurava a caneta... Ai ai ai ai ai, onde estava com a cabeça? Essa loucura toda tem me deixado frenesi, não, o contrário disso, ah!, já falei! Mas agora preciso ir, não me lembro o motivo, mas já vou indo... Mas é claro! O motivo, lógico, o motivo é amanhã! E o que eu tinha pra fazer amanhã...? Onde está a minha agenda pra verificar? Nossa, que cabeça a minha, eu não tenho agenda!
Minha nossa, que vida, de tudo esqueço um pouco, ou do pouco esqueço tudo! Já nem sei mais...
Maldita cabeçada, digo cabeça. Mas teve uma cabeçada também... Só que já faz um tempo, já estava afetada a minha antes disso. A minha cabeça (só pra ficar claro, desculpe, é a pressa).
E amanhã, lembrei!, amanhã eu preciso muito... muito... Viver! É claro, viver, como pude esquecer de viver?
Tempo, tempo, tempo, onde foi que eu o coloquei? Preciso procurar..
Mas mesmo não o encontrando ele é curto. Até mais, boa noite e bom dia. E boa tarde também, pois não sei quando nos veremos novamente, eu posso esquecer.
Já ia encerrando e esquecendo. Alguém avisou a minha mãe aquilo que... Ah! Esqueçam!
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Sorria :D
Andando na vida... Estudando
E ali em frente estava:
Cemitério da Consolação.
Jazigos, esculturas e adornos
Mil obras de arte...
E uma constante reflexão
Dos corpos em decomposição.
Sussurravam uma história
Que morre fétida nesse chão
E encoberta por terra
Uma pútrida beleza
Terminal e já tão certa ela chega
Com uma única certeza
Sorria
Nós vamos todos morrer...
Vamos todos apodrecer
Sorria
Se podres já não estivermos...
E ali em frente estava:
Cemitério da Consolação.
Jazigos, esculturas e adornos
Mil obras de arte...
E uma constante reflexão
Dos corpos em decomposição.
Sussurravam uma história
Que morre fétida nesse chão
E encoberta por terra
Uma pútrida beleza
Terminal e já tão certa ela chega
Com uma única certeza
Sorria
Nós vamos todos morrer...
Vamos todos apodrecer
Sorria
Se podres já não estivermos...
terça-feira, 15 de setembro de 2009
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Progressões construtivas
"Hey...
Hey man
Gey man
Gay man...
Adocica meu amor, adocica..."
E assim mundo gira
*Progredido em uma manhã abstrata de agosto por M.P.Morioka
Hey man
Gey man
Gay man...
Adocica meu amor, adocica..."
E assim mundo gira
*Progredido em uma manhã abstrata de agosto por M.P.Morioka
domingo, 30 de agosto de 2009
Sobejado fluxo de consciência... (Raciocínio em execesso)
Pensava...
E quanto mais pensava mais lembrava.
E mais percebia tudo aquilo que tentava evitar.
Quanto mais pensava mais lembrava
De tudo aquilo que trazia dor.
Mas passava e, como sempre, esquecia.
Melhor mesmo é parar de pensar.
E esquecer por completo.
Para viver enfim.
Mas para isso teria que deixar de viver
E o sentido de tudo acabaria.
Contradição da dor, contradição da vida
Não tem começo e não tem fim.
Apenas acontece.
Meio exacerbado de ser.
Maneira estranha de viver.
Quanto mais estranha mais sentido parece ter.
Ou tenta ter...
Ou apenas deixa de existir.
E quanto mais pensava mais lembrava.
E mais percebia tudo aquilo que tentava evitar.
Quanto mais pensava mais lembrava
De tudo aquilo que trazia dor.
Mas passava e, como sempre, esquecia.
Melhor mesmo é parar de pensar.
E esquecer por completo.
Para viver enfim.
Mas para isso teria que deixar de viver
E o sentido de tudo acabaria.
Contradição da dor, contradição da vida
Não tem começo e não tem fim.
Apenas acontece.
Meio exacerbado de ser.
Maneira estranha de viver.
Quanto mais estranha mais sentido parece ter.
Ou tenta ter...
Ou apenas deixa de existir.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Resumo
Um simples olhar para um brilho pequeno e insignificante.
Capaz de reunir todos os anos vividos em um...
Um sonho
Um segundo
Que não acaba nunca
Capaz de reunir todos os anos vividos em um...
Um sonho
Um segundo
Que não acaba nunca
domingo, 16 de agosto de 2009
Projetos
Sobram-me projetos
Faltam-me horas
E dias
E noites
E quem sabe idéias e amores
Falta-me um pouco de vida
Mas os projetos, esses sim, sempre sobram...
Faltam-me horas
E dias
E noites
E quem sabe idéias e amores
Falta-me um pouco de vida
Mas os projetos, esses sim, sempre sobram...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Vivendo... Apenas vivendo
O inverno passava.
Com ele passavam os bons momentos, os "entre momentos" do outono.
E ele passava rápido, mais rápido que o sorriso que trouxe.
Quem sabe fosse hora de voltar.
Voltar ao mundo das palavras.
Infelizmente.
Quando os dias se resumem em sorrisos é difícil não sentir saudades.
Com ele passavam os bons momentos, os "entre momentos" do outono.
E ele passava rápido, mais rápido que o sorriso que trouxe.
Quem sabe fosse hora de voltar.
Voltar ao mundo das palavras.
Infelizmente.
Quando os dias se resumem em sorrisos é difícil não sentir saudades.
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Inspiração... (Retorno)
Bastou um vento lépido para tudo que voltasse a ficar conectado.
Trazia-a de volta. E, junto dela, outros tantos espíritos.
Breve brisa revigorante...
Brilhante lufada destruidora...
O esplêndido sopro de outono.
Trazia-a de volta. E, junto dela, outros tantos espíritos.
Breve brisa revigorante...
Brilhante lufada destruidora...
O esplêndido sopro de outono.
domingo, 17 de maio de 2009
Voltando no tempo, para entender o "porque" de tudo...
Porque, se ela não voltasse, jamais entenderia o universo que a circunda.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Inspiração... (2)
Na sua consciência palavras flutuavam leves e tranquilas...
No papel, elas arrastavam-se pesadas, tentando esconder aquilo que deveria ser dito.
Nunca fluíam.
O fato é que não via bem por um lado...
E estava cansada de forçar os olhos.
No papel, elas arrastavam-se pesadas, tentando esconder aquilo que deveria ser dito.
Nunca fluíam.
O fato é que não via bem por um lado...
E estava cansada de forçar os olhos.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Vivendo entre momentos... (6)
Primeiro veio o barulho.
Depois nada funcionava.
Em busca de soluções, discou aquele número e, após árdua insistência, ouviu uma voz em resposta.
Maquiavélica voz, que, em tom “atendentioso”, disse:
-“Um momento, por favor.”
Não apenas um se passou, mas todos.
E o silencio perdurou.
Jamais obteve a resposta necessária.
E, naqueles momentos em espera, ela viveu.
domingo, 3 de maio de 2009
Dor...(1)
Tomava hoje a liberdade de usar palavras já pronunciadas uma vez... Representavam toda a verdade.
Começaria a chamá-la de obliteradora. Aquela que rechaçava suas esperanças, fazia seus sonhos serem olvidados, destruía seu presente, seu futuro.
Obliterava sua vida.
E ninguém jamais se importaria.
Começaria a chamá-la de obliteradora. Aquela que rechaçava suas esperanças, fazia seus sonhos serem olvidados, destruía seu presente, seu futuro.
Obliterava sua vida.
E ninguém jamais se importaria.
sábado, 2 de maio de 2009
Inspiração... (1)
A inspiração esvaiu-se em um suspiro.
E não voltou quando novamente inspirou.
Mas, em sua mente, palavras vagavam dispersas, sem nenhuma força de atração...
Vivia uma conspiração.
E não voltou quando novamente inspirou.
Mas, em sua mente, palavras vagavam dispersas, sem nenhuma força de atração...
Vivia uma conspiração.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
Vivendo entre amigos... "Piti's report, by Ana."
No relógio, o minuto mudava no instante em que olhava.
Isso acontecia várias vezes, como se fosse a avisar que o
tempo estava passando, e rápido! A alertando para a questão:
“Será que seu mundo imaginário não estaria ocupando
mais tempo da sua mente do que o próprio mundo real?!”
Apenas um parêntese...
Pois afinal, de longe sentia saudades...
....e ao mesmo tempo, a proximidade de uma simples conversa,
confortava seu coração em saber: “é, realmente, somos amigas!”.
Isso acontecia várias vezes, como se fosse a avisar que o
tempo estava passando, e rápido! A alertando para a questão:
“Será que seu mundo imaginário não estaria ocupando
mais tempo da sua mente do que o próprio mundo real?!”
Apenas um parêntese...
Pois afinal, de longe sentia saudades...
....e ao mesmo tempo, a proximidade de uma simples conversa,
confortava seu coração em saber: “é, realmente, somos amigas!”.
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