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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

(promessa)

Resolvi me dedicar a uma promessa. Não é nada profundo, com uma bela história ou um final feliz. (Até mesmo porque o final não existe)
Ultimamente o lado sombrio dessa minha cabeça oca tem obliterado(adoro essa palavra: obliterar, diz tudo em tão pouco...) o lado sonhador, colorido, estrelado, com lantejoulas e ovelhinhas saltitantes (sim, esse lado existe, acreditem!) da minha "oquidão" (neologismo profundamente vazio esse, ou nem tanto assim...) substancial eloquentemente sobejada de pulsos criativos de idéias frenéticas, indecisas, radioativas (sério) e pouco racionais. (em resumo, da minha mente)
O mistério da escuridão é o mistério. Ou nem tanto.
Na verdade, hoje errei. Hoje menti. Há dez minutos sangrei propositalmente e mesmo depois de tantos erros e comportamentos estúpidos, com explicações mentirosas mais estúpidas ainda resolvi fazer uma promessa. E foi ontem a noite! Logo depois que escovei os dentes, ou durante... (provavelmente naqueles cinco minutos que fiquei parada encarando a pasta de dente)Ah! Isso já não importa mais! Resolvi cumprir agora.
Prometi.
Compreensível seria se uma dúvida se instaurasse aqui. (mais compreensível ainda seria que não, já que até mesmo eu teria parado de ler depois de tanta enrolação)
Mas quanto a dúvida: qual a promessa não falarei, pois, se eu não cumprir, alguém pode me cobrar...
Mas garanto, fará a luz voltar! (e não me refiro ao apagão da semana passada)
Dos projetos abro mão por um tempo... As ovelhinhas estão meio mortas sabe...
Mas já me alonguei demais em retificações. Vou indo antes que o lado sombrio volte.

Ah! Claro!
Alguém, por obséquio, revive minhas ovelhinhas?

terça-feira, 3 de novembro de 2009

(dicionário)

Hoje queria escrever... Nos outros dias também fora acometida por essa idéia. Mas sabe aqueles dias, que você pensa, e pensa, e repensa e depois pensa mais um pouco e... Bom, nada!? Pois é.. Nesses dias que a vontade é chegar em casa e se jogar no chão com a cabeça embaixo da cama... Sei que você sabe como é, pois é lógico que não sou só eu que faço isso entre todas essas 6,5 bilhões de pessoas (mais uma ou duas devem ter esse hábito.... exótico! Assim eu espero...)
(Aqui não posso fazer isso... A cama é muito baixa e a madeira fica espremendo meu nariz, consequentemente não posso respirar, imagina então pensar!)
Mas enfim, retornando ao que era dito antes dessa pequena reflexão sobre... (Não sei bem sobre o que, mas não importa!)
Queria escrever, mas não achava as palavras certas. (Penso se existem...)
Fui ler o dicionário, mas não encontrei. (Quem sabe outra página?)
Quando eu encontrar algumas volto aqui... Vou voltar ao meu dicionário..

Alguém me arruma uma cama mais alta? Gosto tanto de apreciar o estrado e respirar ao mesmo tempo...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

(explicação) Original das 2:59

Hoje venho aqui para explicar. E, como em toda explicação, devo começar por um motivo (isso significa uma desculpa).
É porque tenho um vazio.... Calma, eu já explico. É que me ocorreu agora um pequeno problema, não meu, mas provavelmente seu, que não deve estar entendendo nada.
Venho explicar o motivo de eu não ter mais vindo fazer nada! (isso deveria ser lógico, não é, mas deveria).
Continuando: Meu vazio vem de dentro! (agora você faz: ...?). É algo dentro de mim que não existe, mas quando estou em casa esse vazio se preenche quase todo. Devem ser as pessoas ou o clima...
Costumo preencher o vazio com palavras tolas. (essas que vocês costumam ler; agradeço por isso).
Aqui(lar) o vazio é preenchido com tantas outras coisas que as palavras "tapa-buracos" são poucas demais para formar um texto ou uma frase completa. Elas somem da cabeça!(da mesma maneira que tudo tem sumido ultimamente...)
Lá o buraco era maior... Vem diminuindo. Uma ou outra presença ajuda.... Mas ainda cabem livros nesse vazio. É um vazio daqueles imensos sabe?
Mas já vou indo. Amanhã volto ao meu vazio. Agora preciso dormir. Aqui, no lar, as madrugadas devem ser dormidas...(3 horas agora; quanta diferença!) E esse mosquito não para de zumbir...

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

(percebendo o esquisito)

Em cinco segundos voltei cinco anos, avancei dois meses, percebi o engano e voltei outros três, andei sete quadras, percorri outra única na volta, cancelei o olfato, parei por trinta e um minutos, avancei cinco anos, sorri e esqueci onde estava.
Estranhas projeções da cabeça...
Mas já vou aos meus afazeres, antes que escureça... O som já começou a chiar.
E antes que eu esqueça: a pilha está acabando...

terça-feira, 29 de setembro de 2009

As crônicas do dia (rápido, por favor!)

Resolvi dedicar-me a alguns outros projetos.
Mas nunca por completo. Paciência por aqui certo? Por obséquio...(sejamos formais ao extremo por um breve instante).
Porque agora vem a loucura. E venho escrevendo rápido (você deve ler esse texto com toda sua agilidade, pois é assim que é pensado e escrito, mais escrito do que pensado, mais flashes do subconsciente do que escrito).
E... HAAAAAA! HA! Sim! E o tempo? Pra ser bem sincera, não sei, acho que joguei fora, no lixo, ontem a noite, junto com todos aqueles papéis amassados que estavam no meu bolso e que não lembro bem o que eram... Provavelmente o tempo foi junto, mas já falei isso... Preciso correr! Tenho pressa e não sei bem a razão!
Calma, calma, posso me alongar mais um pouquinho... Mas alguém avisa minha mãe que eu tô pirando! Não, não, não será necessário, eu mesmo falo isso amanhã pessoalmente, mas não tão pessoalmente assim, porque isso só semana que vem. Mas não importa agora... Por que eu precisava correr mesmo?
Sim! Sim! Tanta coisa pra fazer! Esse frenesi todo tem me enlouquecido um pouco e... Alguém, por acaso, viu minha cabeça? Não acho em lugar nenhum, quem sabe ali na sala... Só um minuto................ Sim! Estava lá! Espera, eu disse cabeça? Não! Procurava a caneta... Ai ai ai ai ai, onde estava com a cabeça? Essa loucura toda tem me deixado frenesi, não, o contrário disso, ah!, já falei! Mas agora preciso ir, não me lembro o motivo, mas já vou indo... Mas é claro! O motivo, lógico, o motivo é amanhã! E o que eu tinha pra fazer amanhã...? Onde está a minha agenda pra verificar? Nossa, que cabeça a minha, eu não tenho agenda!
Minha nossa, que vida, de tudo esqueço um pouco, ou do pouco esqueço tudo! Já nem sei mais...
Maldita cabeçada, digo cabeça. Mas teve uma cabeçada também... Só que já faz um tempo, já estava afetada a minha antes disso. A minha cabeça (só pra ficar claro, desculpe, é a pressa).
E amanhã, lembrei!, amanhã eu preciso muito... muito... Viver! É claro, viver, como pude esquecer de viver?
Tempo, tempo, tempo, onde foi que eu o coloquei? Preciso procurar..
Mas mesmo não o encontrando ele é curto. Até mais, boa noite e bom dia. E boa tarde também, pois não sei quando nos veremos novamente, eu posso esquecer.


Já ia encerrando e esquecendo. Alguém avisou a minha mãe aquilo que... Ah! Esqueçam!